Taxa de Inflação do Brasil Diminui para Mínimos de 2024

2026-03-12 12:13 Joana Taborda 1 min de leitura
A taxa de inflação anual no Brasil desacelerou para 3,81% em fevereiro de 2026, a mais baixa desde abril de 2024, abaixo dos 4,44% de janeiro e comparada às previsões de 3,77%. A desaceleração foi principalmente impulsionada por aumentos de preços mais suaves para alimentos e bebidas (1,8% vs. 2,2% em janeiro) e habitação (5,7% vs. 10,0%), particularmente os preços da eletricidade, que subiram 9,4% em comparação com 27,3% no mês anterior devido a efeitos de base. Em contraste, as pressões de preços se intensificaram para transporte (2,5% vs. 2,4%), saúde (5,7% vs. 5,6%), despesas pessoais (6% vs. 5,8%) e educação (6,5% vs. 6%). Em comparação com o mês anterior, o IPC subiu 0,7%, marcando o maior aumento mensal em um ano. A principal pressão de alta veio da educação (5,21%) e do transporte (0,74%). Dentro da educação, os cursos regulares aumentaram 6,2%, refletindo os ajustes de preços tipicamente aplicados no início do ano letivo. No transporte, as tarifas aéreas dispararam 11,4%.


Notícias
Taxa de Inflação do Brasil Sobe para 4,39% em Abril
A taxa de inflação anual do Brasil acelerou para 4,39% em abril de 2026, de 4,14% no mês anterior, ligeiramente abaixo das expectativas do mercado de 4,41%. As pressões sobre os preços intensificaram-se para alimentos e bebidas (2,69% vs 2,16% em março), habitação (6,19% vs 5,67%), artigos de residência (0,20% vs 0,10%), transporte (4,15% vs 3,69%) e educação (6,41% vs 6,40%). Enquanto isso, a inflação diminuiu ligeiramente para vestuário (4,38% vs 4,90%), saúde e cuidados pessoais (5,66% vs 5,68%), despesas pessoais (5,71% vs 5,91%) e comunicação (1,59% vs 1,70%). Em termos mensais, os preços ao consumidor subiram 0,67% em abril, desacelerando de um aumento de 0,88% no mês anterior.
2026-05-12
Inflação do Brasil Sobe com Custos de Transporte e Alimentos
A taxa de inflação anual do Brasil subiu para 4,14% em março de 2026, acima dos 3,81% em fevereiro e ligeiramente acima das previsões de mercado de 4,0%. As pressões sobre os preços intensificaram-se em alimentos e bebidas (2,16% vs. 1,76%) e transporte (3,69% vs. 2,49%), sendo este último impulsionado por um forte aumento nos custos de combustível para veículos (4,32% vs. 0,32%) em meio à crise de fornecimento de petróleo e gás decorrente do conflito no Oriente Médio e do fechamento do Estreito de Ormuz. A inflação diminuiu modestamente em outras categorias, como vestuário (4,90% vs. 5,04%). Em termos mensais, o IPC subiu 0,88%, após um ganho de 0,70% em fevereiro.
2026-04-10
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