Déficit em Conta Corrente do Brasil Aumenta em Março

2026-04-24 11:49 Isabela Couto 1 min de leitura
O déficit em conta corrente do Brasil aumentou para US$ 6,0 bilhões em março de 2026, em comparação com US$ 2,9 bilhões em março de 2025, ficando acima das previsões de um déficit de US$ 5,6 bilhões. O superávit da balança comercial de bens contraiu para US$ 5,6 bilhões, ante US$ 7,2 bilhões. As exportações de bens subiram 9,5% em relação ao ano anterior, para US$ 31,7 bilhões, enquanto as importações de bens aumentaram 19,9%, para US$ 26,1 bilhões. O déficit na conta de serviços expandiu para US$ 4,8 bilhões, ante US$ 4,2 bilhões, impulsionado por aumentos nas despesas com telecomunicações, computação e informação (alta de 27,4%), serviços de propriedade intelectual (alta de 9,2%) e despesas de transporte (alta de 7,5%). O déficit de renda primária atingiu US$ 7,4 bilhões, um aumento de 17,8%, à medida que as despesas líquidas de juros dispararam 33,5%, para US$ 2,6 bilhões, devido a operações intercompanhias mais elevadas, enquanto as despesas líquidas de lucros e dividendos totalizaram US$ 4,8 bilhões, um aumento de 10,7%. O déficit em conta corrente de 12 meses até março de 2026 aumentou para US$ 64,3 bilhões (2,71% do PIB), em comparação com US$ 61,2 bilhões (2,61% do PIB) em fevereiro.


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Déficit em Conta Corrente do Brasil Aumenta em Março
O déficit em conta corrente do Brasil aumentou para US$ 6,0 bilhões em março de 2026, em comparação com US$ 2,9 bilhões em março de 2025, ficando acima das previsões de um déficit de US$ 5,6 bilhões. O superávit da balança comercial de bens contraiu para US$ 5,6 bilhões, ante US$ 7,2 bilhões. As exportações de bens subiram 9,5% em relação ao ano anterior, para US$ 31,7 bilhões, enquanto as importações de bens aumentaram 19,9%, para US$ 26,1 bilhões. O déficit na conta de serviços expandiu para US$ 4,8 bilhões, ante US$ 4,2 bilhões, impulsionado por aumentos nas despesas com telecomunicações, computação e informação (alta de 27,4%), serviços de propriedade intelectual (alta de 9,2%) e despesas de transporte (alta de 7,5%). O déficit de renda primária atingiu US$ 7,4 bilhões, um aumento de 17,8%, à medida que as despesas líquidas de juros dispararam 33,5%, para US$ 2,6 bilhões, devido a operações intercompanhias mais elevadas, enquanto as despesas líquidas de lucros e dividendos totalizaram US$ 4,8 bilhões, um aumento de 10,7%. O déficit em conta corrente de 12 meses até março de 2026 aumentou para US$ 64,3 bilhões (2,71% do PIB), em comparação com US$ 61,2 bilhões (2,61% do PIB) em fevereiro.
2026-04-24
Déficit em Conta Corrente do Brasil Diminui em Fevereiro
O déficit em conta corrente do Brasil diminuiu para US$ 5,6 bilhões em fevereiro de 2026, abaixo dos US$ 10,2 bilhões de um ano antes, embora ligeiramente acima das previsões de US$ 5,4 bilhões. O saldo da balança comercial de bens passou para um superávit de US$ 3,5 bilhões, de um déficit de US$ 1,1 bilhão, com as exportações subindo 14,8% para US$ 26,4 bilhões e as importações caindo 5,1% para US$ 22,9 bilhões. O déficit de serviços manteve-se estável em US$ 3,9 bilhões, com os gastos em viagens internacionais aumentando 49,0% e os serviços de propriedade intelectual subindo 46,8%, parcialmente compensados por menores custos de transporte (-18,0%) e despesas de telecomunicações (-4,6%). O déficit de renda primária aumentou 2,1% para US$ 5,6 bilhões, com as saídas de lucros e dividendos subindo 13,6%, enquanto os pagamentos de juros caíram 19,8%. No período de 12 meses, o déficit caiu para US$ 63,4 bilhões (2,71% do PIB), abaixo dos US$ 79,0 bilhões (3,67% do PIB) de um ano antes.
2026-03-27
Déficit em Conta Corrente do Brasil Diminui em Janeiro
O déficit em conta corrente do Brasil diminuiu para US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026, abaixo dos US$ 9,8 bilhões em janeiro de 2025, embora tenha ficado aquém do déficit previsto de US$ 6,6 bilhões. O superávit da balança comercial de bens aumentou para US$ 3,5 bilhões, acima dos US$ 1,4 bilhão um ano antes. O déficit da conta de serviços diminuiu 12,8% para US$ 4,0 bilhões, enquanto o déficit de renda primária aumentou 18,7% para US$ 8,3 bilhões, em comparação com US$ 7,0 bilhões em janeiro de 2025. Em uma base de doze meses móveis, o déficit em conta corrente diminuiu para US$ 67,6 bilhões (2,92% do PIB) em janeiro de 2026, melhorando em relação aos US$ 69,0 bilhões (3,03% do PIB) do mês anterior. No ano completo de 2025, o déficit em conta corrente do Brasil atingiu US$ 68,8 bilhões, equivalente a 3,02% do PIB, ligeiramente mais amplo em termos nominais do que o déficit de US$ 66,2 bilhões (3,03% do PIB) registrado em 2024.
2026-02-24