Preços Mundiais de Alimentos Caem para a Baixa de 16 Meses

2026-01-09 09:19 Joana Taborda 1 min de leitura
O Índice de Preços dos Alimentos da FAO caiu 0,6% para 124,3 pontos em dezembro de 2025, atingindo o menor nível desde agosto de 2024. Os preços do óleo vegetal recuaram 0,2% para uma baixa de seis meses, refletindo preços mais baixos de óleos de soja, colza e girassol, que mais do que compensaram as cotações mais altas do óleo de palma. Além disso, o custo da carne diminuiu 1,3% para uma baixa de seis meses, com os preços das carnes bovina e de aves caindo mais. O custo dos laticínios despencou 4,4%, o sexto declínio mensal consecutivo, impulsionado pela disponibilidade sazonalmente maior de creme na Europa e pela acumulação de estoques após uma forte produção no início do ano. Por outro lado, os preços dos cereais subiram 1,7% devido a preocupações renovadas sobre os fluxos de exportação do Mar Negro, que deram suporte aos preços do trigo. O custo do açúcar aumentou 2,4% após três quedas consecutivas, devido a uma forte redução na produção de açúcar no Brasil, refletindo uma menor moagem de cana-de-açúcar e um uso reduzido de cana-de-açúcar para a produção de açúcar. Para 2025, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO teve uma média de 127,2 pontos, 4,3% acima da média de 2024.


Notícias
Preços Mundiais dos Alimentos Caem pelo 5º Mês
O Índice de Preços de Alimentos da FAO caiu 0,4% para 123,9 pontos em janeiro de 2026, marcando a quinta queda mensal consecutiva e um novo nível baixo desde agosto de 2024. Os preços do açúcar caíram 1%, impulsionados pelas expectativas de aumento das ofertas globais de açúcar na atual safra, sustentadas em grande parte por uma recuperação significativa da produção prevista na Índia e perspectivas favoráveis na Tailândia. Além disso, os custos dos laticínios despencaram 5%, a sétima queda mensal consecutiva, impulsionados em grande parte pela redução dos preços mundiais de queijo e manteiga. A carne caiu 0,4%, o menor nível desde maio de 2025, refletindo principalmente a queda nos preços da carne suína, enquanto as cotações para carnes bovina e ovina permaneceram amplamente estáveis. Em contraste, os custos dos cereais subiram 0,2%, atingindo o nível mais alto desde maio de 2025. Os preços da cevada aumentaram modestamente e o arroz subiu 1,8%, refletindo uma demanda firme, enquanto os preços do trigo caíram 0,4%. Os preços do óleo também saltaram 2,1%, em meio a preços mundiais mais altos de óleos de palma, soja e girassol, que mais do que compensaram a queda nas cotações do óleo de colza.
2026-02-06
Preços Mundiais de Alimentos Caem para a Baixa de 16 Meses
O Índice de Preços dos Alimentos da FAO caiu 0,6% para 124,3 pontos em dezembro de 2025, atingindo o menor nível desde agosto de 2024. Os preços do óleo vegetal recuaram 0,2% para uma baixa de seis meses, refletindo preços mais baixos de óleos de soja, colza e girassol, que mais do que compensaram as cotações mais altas do óleo de palma. Além disso, o custo da carne diminuiu 1,3% para uma baixa de seis meses, com os preços das carnes bovina e de aves caindo mais. O custo dos laticínios despencou 4,4%, o sexto declínio mensal consecutivo, impulsionado pela disponibilidade sazonalmente maior de creme na Europa e pela acumulação de estoques após uma forte produção no início do ano. Por outro lado, os preços dos cereais subiram 1,7% devido a preocupações renovadas sobre os fluxos de exportação do Mar Negro, que deram suporte aos preços do trigo. O custo do açúcar aumentou 2,4% após três quedas consecutivas, devido a uma forte redução na produção de açúcar no Brasil, refletindo uma menor moagem de cana-de-açúcar e um uso reduzido de cana-de-açúcar para a produção de açúcar. Para 2025, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO teve uma média de 127,2 pontos, 4,3% acima da média de 2024.
2026-01-09
Preços Mundiais de Alimentos Caem pelo 3º Mês
O Índice de Preços dos Alimentos da FAO caiu 1,2% para 125,1 pontos em novembro de 2025, marcando o terceiro declínio mensal consecutivo e um novo nível baixo desde janeiro. Os preços do açúcar caíram 5,9% para o nível mais baixo desde dezembro de 2020, em meio às expectativas de amplas ofertas globais de açúcar na temporada atual. A produção de açúcar permaneceu forte nas principais regiões produtoras do sul do Brasil e a colheita 2025/26 da Índia começou bem. Os preços dos laticínios caíram 3,1% para mínimos de setembro de 2024, com quedas registradas em todas as principais commodities lácteas. Os preços dos óleos vegetais caíram 2,6%, com cotações mais baixas para óleos de palma, colza e girassol, mais do que compensando um leve aumento no óleo de soja. Além disso, a carne diminuiu 0,8%, continuando a ser impulsionada por preços mais baixos de suínos e aves. Por outro lado, o custo dos cereais subiu 1,8%, impulsionado por um aumento de 2,5% no trigo, reforçado pelo potencial interesse chinês em suprimentos dos EUA, preocupações com as hostilidades contínuas na região do Mar Negro e expectativas de redução de plantio na Rússia.
2025-12-05