O PMI de Manufatura do S&P Global do Brasil subiu para 49,0 em março de 2026, de 47,3 em fevereiro, marcando a contração mais lenta desde maio de 2025, mas permanecendo abaixo de 50,0 pelo 11º mês consecutivo. Os novos pedidos caíram acentuadamente, embora no ritmo mais lento desde dezembro, à medida que a demanda fraca, as tensões no Oriente Médio e os orçamentos restritos pesaram sobre as vendas. Os pedidos de exportação se estabilizaram após 11 meses de declínio, com algumas empresas acessando novos mercados via tarifas dos EUA, embora as vendas para a Argentina e a China tenham caído. A produção fabril contraiu-se levemente, a mais fraca desde outubro, com algum reabastecimento compensando os cancelamentos de pedidos. Os custos de insumos dispararam para o maior nível em 18 meses devido às tensões no Oriente Médio e aos preços do petróleo, levando as empresas a aumentarem os preços de venda para o pico de 11 meses. O emprego subiu ligeiramente pelo segundo mês consecutivo. A confiança empresarial enfraqueceu para o nível mais baixo em 11 meses em meio à concorrência, riscos geopolíticos e incerteza eleitoral.

O PMI de Manufatura no Brasil aumentou para 49 pontos em março, de 47,30 pontos em fevereiro de 2026. O PMI de Manufatura no Brasil teve uma média de 50,29 pontos de 2012 até 2026, atingindo um máximo histórico de 66,70 pontos em outubro de 2020 e um mínimo histórico de 36 pontos em abril de 2020.

O PMI de Manufatura no Brasil aumentou para 49 pontos em março, de 47,30 pontos em fevereiro de 2026. O PMI de Manufatura no Brasil deve ser de 49,50 pontos até o final deste trimestre, de acordo com os modelos macroeconômicos globais da Trading Economics e as expectativas dos analistas. No longo prazo, o PMI de Manufatura do Brasil está projetado para girar em torno de 54,00 pontos em 2027, segundo nossos modelos econométricos.



Último Anterior Unidade Referência
Confiança do Empresário 45.20 46.60 Pontos Apr 2026
Capacidade de Uso 77.30 77.50 Percentagem Feb 2026
Produção de Autoveículos (mensal) 264000.00 204300.00 Unidades Mar 2026
Registo de Autoveículos Novos (mensal) 269500.00 185200.00 Unidades Mar 2026
Variação de Estoques -113828.00 16607.34 Brl - Milhões Dec 2025
Indicador principal composto 103.85 103.51 Pontos Mar 2026
Índice de Corrupção 35.00 34.00 Pontos Dec 2025
Ranking de Corrupção 107.00 107.00 Dec 2025
Produção Industrial Anual -0.70 0.20 Percentagem Feb 2026
Produção Industrial (Mensal) 0.90 2.10 Percentagem Feb 2026
Índice de Atividade Econômica IBC-Br 0.60 0.80 Percentagem Feb 2026
Indústria de Transformação -2.60 -1.80 Percentagem Feb 2026
Indústrias Extrativas 10.20 11.80 Percentagem Feb 2026
Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas 47.90 47.90 Pontos Jan 2026
Produção de Aço 2800.00 2500.00 Mil Toneladas Mar 2026
Vendas de Veículos 206375.00 140537.00 Unidades Mar 2026


PMI da Indústria Manufatureira do Brasil
No Brasil, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) da Markit para o setor manufatureiro mede o desempenho do setor de manufatura e é derivado de uma pesquisa com 400 empresas industriais. O PMI de Manufatura é baseado em cinco índices individuais com os seguintes pesos: Novos Pedidos (30%), Produção (25%), Emprego (20%), Prazo de Entrega dos Fornecedores (15%) e Estoque de Itens Comprados (10%), com o índice de Prazo de Entrega invertido para que se mova em uma direção comparável. Uma leitura acima de 50 indica expansão do setor manufatureiro em relação ao mês anterior; abaixo de 50 representa contração; enquanto 50 indica nenhuma mudança. Esta é apenas uma amostra limitada dos dados principais do PMI exibidos no serviço do Cliente, sob licença da S&P Global. Dados históricos completos do PMI e todos os outros dados e históricos de subíndices do PMI estão disponíveis por assinatura na S&P Global. Contate economics@spglobal.com para mais detalhes.

Notícias
PMI de Manufatura do Brasil Sobe em Março
O PMI de Manufatura do S&P Global do Brasil subiu para 49,0 em março de 2026, de 47,3 em fevereiro, marcando a contração mais lenta desde maio de 2025, mas permanecendo abaixo de 50,0 pelo 11º mês consecutivo. Os novos pedidos caíram acentuadamente, embora no ritmo mais lento desde dezembro, à medida que a demanda fraca, as tensões no Oriente Médio e os orçamentos restritos pesaram sobre as vendas. Os pedidos de exportação se estabilizaram após 11 meses de declínio, com algumas empresas acessando novos mercados via tarifas dos EUA, embora as vendas para a Argentina e a China tenham caído. A produção fabril contraiu-se levemente, a mais fraca desde outubro, com algum reabastecimento compensando os cancelamentos de pedidos. Os custos de insumos dispararam para o maior nível em 18 meses devido às tensões no Oriente Médio e aos preços do petróleo, levando as empresas a aumentarem os preços de venda para o pico de 11 meses. O emprego subiu ligeiramente pelo segundo mês consecutivo. A confiança empresarial enfraqueceu para o nível mais baixo em 11 meses em meio à concorrência, riscos geopolíticos e incerteza eleitoral.
2026-04-01
PMI de Manufatura do Brasil Sobe em Fevereiro
O PMI de Manufatura do S&P Global do Brasil subiu para 47,3 em fevereiro de 2026, de 47,0 em janeiro, ainda sinalizando uma deterioração sólida do setor e marcando o 10º mês consecutivo abaixo de 50. Bens de capital permaneceram como o sub-setor mais fraco, enquanto bens intermediários tiveram um declínio acentuado igualando o ritmo de janeiro; bens de consumo estabilizaram. Novos pedidos caíram acentuadamente, a queda mais rápida desde setembro, e pedidos de exportação diminuíram pelo 11º mês consecutivo. As empresas reduziram ainda mais a produção, com a contração mais acentuada desde junho de 2023, exceto nos fabricantes de bens de consumo, que viram um crescimento renovado da produção. O emprego aumentou marginalmente, pois algumas empresas contrataram em meio à escassez de pessoal. A confiança empresarial permaneceu positiva, impulsionada por publicidade, investimento planejado, lançamentos de novos produtos e a Copa do Mundo da FIFA.
2026-03-02
PMI de Manufatura do Brasil Enfraquece em Janeiro
O PMI de Manufatura do S&P Global Brasil caiu para 47,0 em janeiro de 2026, de 47,6 no mês anterior, marcando as condições mais fracas em quatro meses. A demanda mais fraca levou a uma nova queda nos novos pedidos, incluindo menores vendas externas. Produtores de bens intermediários e de investimento viram contrações acentuadas, enquanto os bens de consumo declinaram apenas marginalmente. Bens de capital foi o único segmento a relatar crescimento nos novos pedidos de exportação. A menor entrada de pedidos levou a um corte acentuado na produção, o segundo mais acentuado em mais de três anos e meio. A atividade de compras diminuiu, enquanto o emprego nas fábricas caiu pelo segundo mês. Os custos de insumos aumentaram pela primeira vez em três meses, refletindo preços mais altos para alimentos, commodities, componentes eletrônicos, metais e plásticos. Os preços de produção subiram ligeiramente. Os estoques de insumos e produtos acabados caíram novamente. A confiança empresarial melhorou para o nível mais alto desde junho de 2025, apoiada por expectativas de cortes nas taxas de juros, demanda mais forte e planos de investimento.
2026-02-02